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Psicologia fenomenológico-existencial

O que você sente tem sentido.

Na fenomenologia existencial, a terapia parte da sua experiência, do jeito que você a vive, sem rótulos prontos. É assim que eu te ajudo a se conhecer melhor, compreender suas emoções e viver de um jeito mais autêntico.

Bruna Chagas, psicóloga, CRP 04/79591

Bruna Chagas, psicóloga, sorrindo para a câmera, sentada em um sofá claro, de blusa bege e calça jeans

Você tem se sentido assim?

Algumas das dificuldades mais comuns que levam uma pessoa a procurar terapia.

  • Ansiedade

    Preocupação que não desliga, aperto no peito, a cabeça sempre no que pode dar errado. Às vezes, cansaço e mesmo assim nada de sono.

  • Tristeza e desânimo

    Falta de vontade, um cansaço que não passa e a sensação de que as coisas perderam a graça.

  • Estresse e esgotamento

    Trabalho, casa, cobranças e prazos demais, e quase nenhum espaço para você.

  • Luto e perdas

    A morte de alguém, o fim de um relacionamento, uma mudança que doeu. Toda perda pede tempo e cuidado.

  • Relacionamentos

    Conflitos que se repetem, dificuldade de dizer não, medo da solidão ou de decepcionar quem você ama.

  • Autoestima e insegurança

    Comparação o tempo todo, autocrítica pesada e dificuldade de reconhecer o próprio valor.

Se você se reconheceu em algum desses pontos, a terapia pode ajudar. O primeiro passo é uma conversa.

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Bruna Chagas sorrindo, sentada de pernas cruzadas em um sofá azul, de camisa clara e calça jeans

Prazer, eu sou a Bruna.

Sou psicóloga clínica e trabalho a partir da fenomenologia existencial. Na prática, isso quer dizer que eu não chego com uma explicação pronta sobre você. O que eu faço é ajudar você a se conhecer melhor, a compreender o que sente e a viver de um jeito mais parecido com quem você é.

Fora do consultório, gosto de esportes, de games, de filmes e séries, de bichos e de pegar a estrada de carro.

Registro
CRP 04/79591
Abordagem
Psicologia Fenomenológico-Existencial
Formação
Pendente
Pós-graduação
Pendente

Uma terapia que parte de como você vive o que vive

A minha abordagem é a fenomenologia existencial. O nome é comprido, a ideia é simples: antes de qualquer teoria sobre você, vem a sua experiência, do jeito que ela é para você.

Duas pessoas podem passar pela mesma perda, pela mesma ansiedade, pelo mesmo cansaço, e viver coisas completamente diferentes. Por isso eu não parto de um rótulo nem de um roteiro. Parto de você: do que te acontece, de como isso te afeta e do sentido que tem na sua vida.

É também uma abordagem existencial porque olha para questões que fazem parte de toda vida humana: as escolhas e o peso delas, as perdas, a liberdade, os vínculos, a angústia de não saber. Aqui, sentir essas coisas não é sinal de defeito. É ponto de partida para entender como você tem vivido e como quer viver.

fenômeno
substantivo. Do grego phainómenon: aquilo que se mostra, que aparece.

Na terapia, é isto que a gente faz: dá tempo e atenção para que a sua experiência apareça como ela é, sem pressa de explicar.

O que você encontra

  • Escuta sem pressa, no seu ritmo.
  • Perguntas que ajudam você a enxergar o que está vivendo.
  • Espaço para olhar suas escolhas, inclusive as difíceis.
  • Uma relação de confiança, de pessoa para pessoa.

O que você não vai encontrar

  • Rótulos para explicar quem você é.
  • Conselhos ou respostas prontas sobre o que fazer.
  • Um roteiro igual para todo mundo.
  • Promessa de prazo ou de resultado.

Como funciona, do primeiro contato às sessões

Cada etapa é combinada com você.

  1. Você me chama no WhatsApp

    A gente conversa, você tira suas dúvidas e combinamos dia e horário.

  2. Primeira sessão

    Um encontro para você contar o que te trouxe, no seu tempo, e para eu explicar como trabalho.

  3. Combinados

    Acertamos juntos a frequência, o horário e como os encontros vão seguir.

  4. Sessões regulares

    Os encontros seguem no ritmo combinado, e qualquer ajuste é conversado com você.

Valores e formas de pagamento são informados no primeiro contato, pelo WhatsApp.

Dúvidas frequentes

Não achou a sua? Pode perguntar pelo WhatsApp (abre em nova aba).

Preciso estar em crise para começar a terapia?

Não. Muita gente procura a terapia para se conhecer melhor, entender o que sente ou atravessar uma fase de mudança. Não é preciso esperar ficar insuportável.

Como é a primeira sessão?

É um encontro para você contar o que te trouxe, no seu tempo, e para eu explicar como trabalho.

Qual a duração e a frequência das sessões?

A frequência e o horário são combinados com você, de acordo com o seu momento. Os detalhes são passados no primeiro contato, pelo WhatsApp.

Como funciona o pagamento?

Os valores e as formas de pagamento são informados no primeiro contato, pelo WhatsApp.

Você vai me dizer o que fazer?

Não. Meu papel não é dar conselhos nem entregar respostas prontas. É ajudar você a enxergar com mais clareza o que está vivendo, para que as escolhas sejam suas.

Quanto tempo dura a terapia?

Não existe um prazo definido de antemão. O tempo depende do que você traz e do que vai fazendo sentido ao longo do caminho, e a gente conversa sobre isso sempre que for preciso.

O que eu falo na terapia fica em sigilo?

Sim. O sigilo é um dever previsto no Código de Ética Profissional do Psicólogo. O que é conversado na sessão fica entre nós, com as exceções que o próprio Código prevê.

Quando fizer sentido para você, me chama.

A primeira conversa é pelo WhatsApp. Você tira suas dúvidas e a gente combina um horário.

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(32) 99954-2686

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